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terça-feira, 28 de abril de 2015

Por que uma pessoa se mata?


Maria Fernanda Vomero – Revista SuperInteresante e inserções MINHAS







A cada 40 segundos alguém se suicida em algum lugar do mundo. Uma das principais causas de morte entre os humanos, o suicídio estarrece, incomoda, silencia. Entenda o que gera o comportamento suicida e como esse gesto externo pode ser evitado.

O desespero beira o insuportável. A cada dia, o sofrimento – físico ou emocional – fica mais intenso e viver torna-se um fardo pesado e angustiante. Sua dor parece incomunicável; por mais que você tente expressar a tristeza que sente, ninguém parece escutá-lo ou compreendê-lo. A vida perde o sentido. O mundo ao seu redor fica insosso. Você sonha com a possibilidade de fechar os olhos e acordar num mundo totalmente diferente, no qual suas necessidades sejam saciadas e você se sinta outro. Será que a morte é o passaporte para essa nova vida?




Sim é isso que os espíritos obsessores querem fazer você pensar, que a solução esta na morte, só que essa não existe!



Atire a primeira pedra quem nunca pensou em morrer para escapar de uma sensação de dor ou de impotência extremas. Parece comum ao ser humano experimentar, pelo menos uma vez na vida, um momento de profundo desespero e de grande falta de esperança. Os adjetivos são mesmo esses: extremo, insuportável, profundo. Mas, aos poucos, os seus sentimentos e idéias se reorganizam. Suas experiências cotidianas passam a fazer sentido novamente e você consegue restabelecer a confiança em si mesmo. Você descobre uma saída, procura apoio, encontra compreensão. Aquele desejo autodestrutivo, aquela vontade de resolver todos os problemas num golpe só, se dilui. E você segue adiante. Muitos, no entanto, não conseguem encontrar uma alternativa. O suicídio, para esses, parece ser a última cartada, o xeque-mate contra o sofrimento, um gran finale para uma vida aparentemente sem sentido, para um presente pesado demais ou para um futuro por demais amedrontador. E eles se matam.




No fundo todo suicida é um covarde, pois opta pelo caminho mais fácil, a fuga! quanto a proposta de Deus e os ensinamentos de Jesus nos dizem para enfrentarmos de peito aberto, pois "sois ovelhas enviadas no meio de lobos", lembra-se?



Imperscrutável, no limite, o suicídio não tem explicações objetivas. Agride, estarrece, silencia. Continua sendo tabu, motivo de vergonha ou de condenação, sinônimo de loucura, assunto proibido na conversa com filhos, pais, amigos e até mesmo com o terapeuta. Mas as estatísticas mostram que o suicídio precisa, sim, ser discutido. Trata-se, além de uma expressão inequívoca de sofrimento individual, de um sério problema de saúde pública. Segundo o mais recente relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 815 mil pessoas se mataram no ano 2000 em todo o mundo – uma taxa de 14,5 para cada 100 mil habitantes. Isso significa um suicídio a cada 40 segundos. A "violência autodirigida", como o suicídio é classificado pela OMS, é hoje a 14ª causa de morte no mundo inteiro. E a terceira entre pessoas de 15 a 44 anos, de ambos os sexos. Não pode mais ser ignorada.


Casos de suicídio muitas vezes são deliberadamente mascarados nas estatísticas oficiais. Suicídios de crianças tidos como morte acidental ou acidentes de automóvel, causados por jovens que dirigem alcoolizados e em alta velocidade: para os especialistas, esses são, sim, atos suicidas. "Se você investigar a vida dessas crianças e jovens semanas ou meses antes da morte, pode identificar sinais de que algo não ia bem", diz a psicóloga Ingrid Esslinger, do Laboratório de Estudos sobre a Morte da Universidade de São Paulo (USP). A poeta americana Sylvia Plath (1932-1963) tentou se matar duas vezes antes de concretizar o suicídio (tais experiências levaram-na a escrever o romance A Redoma de Vidro). Uma das vezes foi um "acidente de carro". Aparentemente, Sylvia perdera os sentidos no volante e deixara o carro sair da estrada e ir ao encontro de um aeródromo. Segundo o crítico literário Alfred Alvarez, amigo da poeta, a própria Sylvia admitiu que saíra intencionalmente da estrada, com o objetivo de morrer.




Funciona assim, o espírito que deseja vingança, "sopra" insistentemente aos "ouvidos" da sua vítima-algos, a idéia de que aquele é o melhor momento, é agora, faça que tudo se resolverá, torna-se uma idéia tão forte que o hospedeiro para a achar que a ideia é sua, e mais brilhante, pensa que pode resolver tudo em um só golpe. optando livremente pela ação.



"Todos já pensamos em suicídio em algum momento na vida. É um pensamento humano. Se não desejamos nos matar, ao menos cogitamos morrer – morrer para escapar do sofrimento, para nos vingar, para chamar a atenção ou para ficar na história", diz o psiquiatra e psicanalista Roosevelt Smeke Cassorla, da Sociedade Brasileira de Psicanálise, um dos maiores especialistas brasileiros em suicídio. "Mas resolvemos continuar vivos e melhorar as nossas condições de vida. O suicídio, então, soa como um desatino. A pergunta que fica é: por que algumas pessoas desistem e outras não?"




Vivemos num mundo de provas e expiações, segundo Paulo o apostolo, "cercado por uma nuvem de testemunhas", quais serão os pensamentos emadados por essa nuvem? Uns cedem mais facilmente ao apelo outro por sua moral já em desenvolvimento se opoem, respondido?



Por trás do comportamento suicida há uma combinação de fatores biológicos, emocionais, socioculturais, filosóficos e até religiosos que, embaralhados, culminam numa manifestação exacerbada contra si mesmo. Para decifrá-los, os estudiosos recorrem à "autópsia psicológica", um procedimento que tem por finalidade reconstruir a biografia da pessoa falecida por meio de entrevistas e, assim, delinear as características psicossociais que a levaram à morte violenta.




Quando a medicina acrescentar um suas análises o passado, tudo ficará muito mais fácil, entender-se-a, as razões de maneira mais natural, não só para a opção de auto-matar-se, mas para todos os conflitos existênciais da criatura humana.


"Existem causas imediatas predisponentes – como perda do emprego, fracasso amoroso, morte de um ente querido ou falência financeira – que agem como o último empurrão para o suicídio", diz a psicóloga Blanca Guevara Werlang, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), especialista em autópsia psicológica. "A análise das características psicossociais do indivíduo, porém, revela os motivos que, ao longo da vida, o auxiliaram a estruturar o comportamento suicida. Pode mostrar as razões para morrer que estavam enraizadas no estilo de vida e na personalidade."




Seja sincero comigo, os motivos apontados não são todos falta de coragem? Num pais com milhões de desempregados, porque matar-se? Quem pode afirmar que aquele é o seu verdadeiro amor? Ficar só e isolado doi, mas existe um mundo de possibilidades? Falir financeiramente ou deixar de gozar dos benefícios do dinheiro. Fuga e covardia, falta de fé, EGOISMO!



Fenômeno complexo, o suicídio configura um assassinato, em que vítima e agressor são a mesma pessoa. "A definição de suicídio implica necessariamente um desejo consciente de morrer e a noção clara de que o ato executado pode resultar nisso. Caso contrário, é considerado morte por acidente ou negligência", diz o psiquiatra José Manoel Bertolote, líder da Equipe de Controle de Transtornos Mentais e Cerebrais do Departamento de Saúde Mental e Toxicomanias da OMS.




Como espíritas sabemos que vítima, não é tão vitima assim, que agressor, não é tão agressor e que nunca são a mesma pessoa como a ciência quer demostrar.



O fato de estar consciente de que vai efetuar um ato suicida não elimina, no entanto, o estado de confusão mental que o indivíduo experimenta momentos antes da ação. "Ele não sabe se quer morrer ou viver, se quer dormir ou ficar acordado, fugir da dor, agredir outra pessoa ou, de fato, encontrar o mundo com o qual fantasia", diz Roosevelt. Afinal, o suicida tem diante de si duas iniciativas complexas e contraditórias a conciliar naquele momento: tirar a vida e morrer. O suicídio ocorreria, então, num instante em que a pessoa se encontra quase fora de si, fragmentada, com os mecanismos de defesa do ego abalados e, por isso, "livre" para atacar a si mesma.




São inumeros os casos relatados nos livros espíritas sérios de que o encarnado, ao descidir pela ação e ao comete-la é abandonado pelo algoz recuando sem recuar da ação cometida, explico melhor, a pessoa pensa em pular de um prédio, o obsessor fica assim, "vai você se libertará de tudo e de todos!, pula!", quando você decide pular e de fato pula, o obssessor se desliga de você, e rir da loucura que vc cometeu, você por outro lado deseja com todas as suas força se agarrar em algo. Tarde de mais.



Há suicídios e suicídios. Por isso, os especialistas costumam avaliar a tentativa de se matar ou o ato propriamente dito a partir de duas variáveis: a intencionalidade e a letalidade. A primeira diz respeito à consciência e à voluntariedade no planejamento e na preparação do ato suicida. A segunda, ao grau de prejuízo físico que a pessoa se inflige. Existem casos em que o indivíduo demonstra evidente intenção de morrer e alto grau de letalidade, ao optar por um método eficiente. Em outras ocorrências, a vontade de morrer é fraca, apesar de voluntária, e o método escolhido é pouco prejudicial. Ou seja: há casos de suicidas propriamente ditos. E há casos em que a pessoa só está pedindo socorro, implorando para ser resgatada. Claro que há quem não queira enfaticamente a morte mas, por usar um meio perigoso, acabe sendo bem-sucedido.


E outros, cujo objetivo é mesmo acabar com a própria vida, por desconhecimento da maneira mais efetiva de causar danos graves a si mesmos, acabam sobrevivendo. (Aliás, esses, se não receberem tratamento adequado, são candidatos a uma nova tentativa.)




Temos informação de pessoas que só queriam "chamar a atenção", mostrar que eram capaz "de se vingar", e por um inconveniente qualquer acabaram morrendo de fato, o mais famoso desses é o relatado pelo espírito Irmão X de Merelim Morou, pesquise.




Dados da OMS indicam que o suicídio geralmente aparece associado a doenças mentais – sendo que a mais comum, atualmente, é a depressão, responsável por 30% dos casos relatados em todo o mundo. Estima-se que uma em cada quatro pessoas sofrerá de depressão ao longo da vida. Entre os subtipos, a depressão bipolar – em que fases de euforia e apatia profundas se alternam – parece ser a de maior risco. O alcoolismo responde por 18% dos casos de suicídio, a esquizofrenia por 14% e os transtornos de personalidade – como a personalidade limítrofe e a personalidade anti-social – por 13%. Os casos restantes são relacionados a outros diagnósticos psiquiátricos.


Estudos de autópsia psicológica (feitos com base em entrevistas com amigos, familiares e médicos do suicida) mostram que mais de 90% das pessoas que se mataram no mundo tinham alguma doença mental. Entretanto, doenças psiquiátricas não são condição suficiente para o comportamento suicida, já que outros fatores – emocionais, socioculturais e filosóficos – também entram em jogo. Na verdade, essas doenças provocam uma vulnerabilidade maior ao suicídio. "É comum que a pessoa, quando está com depressão, tenha pensamentos pessimistas, ache que a vida não vale a pena e que talvez fosse melhor morrer", diz o psiquiatra Humberto Corrêa, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). "Mas a maioria dos deprimidos não tentará se matar. Somente os mais impulsivos e agressivos procuram o suicídio."

A doença do século é a DEPRESÃO, pois ao reencarnar - nós - desse século temos a consciência culpada e a informação que o tempo da farrá livre está por terminar, como ainda não optamos por nos liberarmos da matéria, danto preferência ao espiritual, ficamos sismados, cabisbaixo, introspectivos, pois sabemos o que devemos fazer, mas não o fazemos.


Hoje, sabe-se que indivíduos com alteração no metabolismo da serotonina – um dos mensageiros químicos mais importantes do nosso cérebro – apresentam maior risco de suicídio que os demais. Em sua pesquisa sobre a genética do comportamento suicida, Humberto analisou pacientes com depressão e esquizofrenia e constatou que todos aqueles que haviam tentado se matar tinham a chamada função serotoninérgica diminuída. (Ou seja, problemas no conjunto das etapas que envolvem a participação da serotonina: sua síntese, sua ligação com os receptores celulares e seu transporte. Se há falha em alguma etapa, a atuação desse neurotransmissor se reduz.)
"Quanto maior a intencionalidade suicida e mais letal o método usado, menor a função cerebral da serotonina", diz Humberto. O próximo passo é pesquisar que genes ligados ao funcionamento da serotonina – são mais de 20 – poderiam estar mais associados ao comportamento suicida.


Diversos grupos internacionais dedicam-se a estudos desse tipo. O psiquiatra Pavel Hrdina, diretor do Laboratório de Neurofarmacologia da Universidade de Ottawa, Canadá, descobriu que pacientes depressivos portadores de uma mutação no gene responsável por codificar um dos receptores da serotonina apresentavam duas vezes mais chances de cometer suicídio que aqueles sem a mutação. "A alteração nesse gene aumenta o risco de ideação suicida e de tentativas de autodestruição em casos de depressão grave", diz Hrdina. Os cientistas tentam agora entender a relação direta entre a serotonina e o suicídio.
"Há uma forte evidência de que a serotonina inibe o comportamento violento, agressivo e impulsivo. Mas o que sabemos sobre a ligação entre esses comportamentos e o suicídio?"


Já nos foi informado que a ação prolongada de um espírito obssessor permite a transmissão de "bactérias espírituais" se assim o é, porque essa mesma ação não poderia fazer a glândula pineal, responsavel pela produção dos hormonios no celebro, pruduzir algo em excesso ou o inverso, deixar de produzir algo?


sábado, 10 de abril de 2010

JESUS É DEUS?

Por Rudymara

Recebi um e-mail cujo “anônimo” analisou a notícia do blog onde um padre de Uberaba afirmou antes de iniciar a missa de lava pés que Chico Xavier exalava amor.

O e-mail na íntegra diz o seguinte: “Espiritismo nunca foi, não é, e nem será cristão. Ser cristão é aceitar a Divindade do Senhor Jesus e professar a fé na Ressurreição a partir do batismo. A caridade é essencial na vivência cristã mas não é somente a prática da caridade que caracteriza a autêntica vida cristã. Respeito a religião espírita mas não se pode misturar as coisas. O Padre falhou em sua declaração.”

Queremos dizer que discordamos de você caro “anônimo”. Para nós, Jesus não é Deus e Caridade não é um ato tão simples. Vamos explicar nossa visão sobre estes dois assuntos:

Vejamos o primeiro assunto A DIVINDADE DE JESUS: Nos primeiros 3 séculos de Cristianismo, não se fala de Jesus como Deus. A idéia de divinização de Jesus firma-se sob o século IV, ao tempo do Imperador Constantino, após a célebre controvérsia entre Alexandre e Arrius.

Alexandre, patriarca da Alexandria, pregava um Jesus igual a Deus. Arrius, presbítero de uma das igrejas, procurava demonstrar Jesus como filho de Deus, mas não igual a Ele. Entretanto, Arrius é que foi considerado herético e a divindade de Jesus foi proclamada pela Igreja Católica. No século VII, se aprovaria o dogma da Santíssima Trindade.

Imposta à cristandade, a divinização de Jesus não foi aceita sempre e nem por todos. De vez em quando, aqui e ali, surgem tentativas de reapresentar Jesus como um ser humano. Tentativas que, às vezes, resvalam para o erro de ir ao extremo oposto e querer fazer de Jesus não apenas um ser humano, mas um homem comum demais, com as fraquezas e inferioridade dos humanos pouco evoluídos. Podemos citar a fantasiosa estória do livro Código Da Vinci. É mais fácil tentar justificar nosso erro do que corrigi-lo. É mais fácil tentar trazer Jesus para nosso nível evolutivo, buscando erros em Sua conduta, do que buscarmos alcançar o nível Dele. É mais fácil copiar erros, que supomos ter Ele cometido, do que copiarmos os acertos . . .

Entretanto, no que se refere à natureza de Jesus, os Evangelhos são absolutamente concordantes e coerentes, não dando lugar a qualquer equívoco.

Kardec examina exaustivamente o assunto em "Um Estudo sobre a Natureza de Jesus" (em "Obras Póstumas"). As palavras do próprio Jesus são o maior argumento contra a pretensa natureza divina, que lhe quiseram atribuir posteriormente; elas evidenciam dualidade e desigualdade entre Jesus e Deus, que não há entre eles quaisquer identidade nem de natureza nem de poder, pois: um é o Criador, outro a criatura; um é o Senhor, outro o seu enviado e submisso executor de sua vontade. Eis algumas dessas afirmativas:

"que te conheçam a ti, O ÚNICO DEUS VERDADEIRO, e a Jesus Cristo, A QUEM ENVIASTE" - (Jo 17:3)

"meu Pai, que me enviou, foi quem me prescreveu, POR MANDAMENTO SEU, O QUE DEVO DIZER E COMO DEVO FALAR" - (Jo 12:49/50)

" . . .as obras que meu Pai ME DEU O PODER DE FAZER (...) dão testemunho de mim" - (Jo 5:36)

"NADA FAÇO DE MIM MESMO; MAS DIGO O QUE MEU PAI ME ENSINOU" - (Jo 8:28)

"se me amásseis, rejubilaríeis, pois que vou para meu Pai, porque MEU PAI É MAIOR DO QUE EU" - (Jo 14:28)

"Pai, tudo TE É POSSÍVEL (Mc 14:26)

"Se QUERES, afasta de mim este cálice" - (Lc 22:42) "Todavia, não seja como eu quero e, sim COMO TU QUERES" - (Mt 26:39)

"Pai, NAS TUAS MÃOS ENTREGO O MEU ESPÍRITO" - (Lc 23:46)

Mesmo após a sua morte e ressurgimento espiritual, Jesus continua a demonstrar, com suas palavras, que permanece a dualidade e desigualdade entre ele e Deus: "Subo para MEU PAI e vosso Pai, para MEU DEUS e vosso DEUS." - (Jo 20:17)

Agora vamos esclarecer o tema CARIDADE. Muitos, assim como você, acham que nós espíritas fazemos apenas a caridade da esmola. Estão enganados. Caridade para nós é mais abrangente, veja por que: A caridade no nosso entendimento pode ser material e moral.

A caridade material, é quando usamos dinheiro para comprar roupas ao nu, remédio ao enfermo, alimento ao faminto, etc. . .

E a caridade moral, é quando usamos nosso tempo, nosso amor para sermos úteis em creches, hospitais, asilos, escolas, é uma boa palavra, um bom pensamento, um bom ato, um bom exemplo, etc. . .

Do ponto de vista espírita, pode haver: esmola sem caridade, esmola com caridade e caridade sem esmola. E qualquer uma deve ser feita sem preconceito de raça, religião, posição social, etc.

A esmola sem caridade: é quando damos a esmola para nos ver livre de quem nos pede; é quando damos pensando em receber algo em troca, como em época de eleição; enfim, é a doação arrancada contra nossa vontade. A esmola sem caridade, é constrangedor para quem dá, e humilhante para quem recebe (apesar de ser útil muitas vezes). Do ponto de vista do beneficiário, a caridade pode ter efeitos desastrosos. Em muitos casos, ela desmotiva o mendigo a sair de sua situação. Quanto ao doente, ele nem sequer tenta se tratar, pois a cura significaria a perda dessa fonte de dinheiro...

Em todos os casos, a mendicância priva o homem de sua dignidade. Dispensando-o de prover as suas necessidades, ela o incita à passividade. Não é suficiente ficar sentado e estender a mão para ganhar a vida.

A esmola com caridade: é quando doamos em silêncio; é não esperar nada em troca daquele que está recebendo; é quando não nos identificamos ao beneficiário; e se nos identificarmos, temos que doar com alegria, sem humilhar quem recebe; é dar o peixe, mas ensinando o beneficiário a pescar, para não viciar quem pede; enfim, a esmola será meritória aos olhos de Deus dependendo do grau de pureza do conteúdo caritativo.

A caridade sem esmola: é quando cultivamos as virtudes cristãs, que são “filhas do amor”, como o perdão, a humildade, a indulgencia, a piedade, é não abusar do próximo, não roubar, não adulterar, fazendo aos outros o que gostamos que os outros nos façam, etc . . .

Existe também a caridade para conosco. Quando descobrimos que estamos neste planeta para evoluir, começamos a ter caridade para com nosso corpo físico. Pois, somos apenas inquilinos dele. Daí, passamos a cuidar melhor da nossa saúde. Deixamos de tomar bebidas alcoólicas, drogas ilícitas, exagero alimentar, sexo desregrado, etc. Afinal, como podemos dizer que amamos Deus se não respeitamos sua criação: uma delas somos NÓS.

Viu, “anônimo”, como ser cristão, para nós espíritas, não é tão simples? É muito fácil ser cristão aceitando a divindade de Jesus e praticar o ritual de jogar água na cabeça ou no corpo todo, difícil é praticar a caridade ensinada por Jesus. Por isso, vemos representantes religiosos de várias denominações nas manchetes por ter cometido atitudes não muito dígnas. Talvez eles também achem mais importante aceitar Jesus como divindade e batizar do que ter conduta moral ilibada.

Já Chico Xavier pregou e teve uma conduta verdadeiramente cristã, por isso "exalava amor". “Quem tem olhos de ver que veja....

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Espiritismo na OAB

Espiritismo na OAB
Encontro em SP debate a liberdade religiosa

"Espiritismo, Mediunidade e Liberdade Religiosa" será tema do encontro promovido pelo Departamento de Cultura e Eventos da Ordem dos Advogados de São Paulo (OAB-SP). O evento acontecerá na próxima quarta-feira, 24 de junho, às 20 horas, no salão nobre da sede da OAB (Praça da Sé, 385, Centro, São Paulo – SP, CEP 01001-902). LEIA MAIS em:   http://www.jornaldosespiritos.com/
 
O Credo da Ciência Huberto Rohden
 
e o "Efeito Inteligente" - http://www.forumespirita.net/fe/index.php/topic,15503.0.html
 
 
 

segunda-feira, 30 de junho de 2008

ESPIRITISMO, UMBANDA E ECUMENISMO(*)



Por: Alkíndar de Oliveira


Certa vez uma dirigente espírita relatou-me uma história que até hoje me é inesquecível. Disse-me que num evento espírita anual de grande repercussão (até a TV regional focaliza esse evento), ela, a organizadora do encontro, convidou um Grupo Musical Afro para cantar na abertura. Para que tudo ocorresse de forma organizada, as músicas a serem cantadas pelo grupo foram previamente selecionadas, de forma que tivessem sintonia com o evento espírita.


Então teve início o evento. O Grupo Musical apresentou-se e começou a cantar músicas… umbandistas!!!


Não cumpriram com o que havia sido combinado!


Os espíritas ali presentes, inclusive essa nossa irmã, remexiam-se nas cadeiras inquietos e surpresos. Alguns dirigentes espíritas ficaram altamente revoltados.


No intervalo do evento, essa nossa irmã levou uma terrível bronca dos companheiros espíritas: "Como você deixou acontecer isto??!!" E ela aflita explicou que o Grupo Musical não cumpriu com o combinado. Explicou que as músicas a serem cantadas teriam sintonia com o Espiritismo.


Os dirigentes espíritas foram então conversar com o Grupo Musical. Perguntaram ao responsável pelo grupo o porquê desse errôneo procedimento. E então, o líder do grupo, com toda simplicidade, disse: "É que quando nós íamos começar a cantar, vimos a Rede Globo entrando no recinto, e então optamos por cantar músicas folclóricas umbandistas, pois são mais apropriadas para a televisão".


Mas veja o final da história:


Essa dirigente espírita – depois do malfadado acontecimento – soube numa sessão espírita o porquê daquela ocorrência.


O mentor espiritual da Casa Espírita explicou a ela que, no dia daquele evento, havia no local vários Espíritos de escravos que se sentiam como que acorrentados em nosso planeta. Há muito tempo estavam presos em nosso solo. Não conseguiam elevar-se ao plano espiritual para serem atendidos nas colônias apropriadas. Foi quando a espiritualidade presente no evento intuiu os músicos para que cantassem músicas umbandistas, pois suas melodias tocariam n'alma desses Espíritos sofredores. Foi o que ocorreu. E, então, os Espíritos de escravos há anos presos em nosso plano, sensibilizados pela música que lhes tocava o coração, seguiram em fila para o alto com a ajuda dos espíritos amigos. Uma belíssima cena, certamente.


Depois dessa história, a dirigente espírita disse-me: "Alkíndar, essa foi uma das maiores lições que tive em minha vida. Descobri que para Jesus todas as religiões são irmãs, nós que colocamos preconceitos no relacionamento entre elas".


Caro leitor, essa história verdadeira passa-nos a lição de unirmo-nos com todas as religiões, o que nada mais é do que o tão necessário e, nesta nova era, o imprescindível ecumenismo. Jesus não disse: "Reconhecereis meus discípulos por serem espíritas (ou protestantes, ou católicos, ou umbandistas, ou budistas etc.)." Nosso Mestre disse com todas as letras: "Reconhecereis meus discípulos por muito se amarem".


Creio que abraçar a tese do ecumenismo, além de ser importante por si, é um instrumento facilitador da união entre os espíritas. Pois em vez de discutir suas diferenças, os Centros Espíritas abraçariam uma causa comum que muito ajudaria na união. E uma das melhores formas ou técnicas para conseguir a união num time ou num grupo de pessoas é estimular todos a olharem numa mesma direção.


Certamente a união entre nós será facilitada, se os dirigentes espíritas organizarem-se e juntarem-se para elaborar procedimentos com o objetivo de exercitar o ecumenismo. Por que essa atitude facilitaria a união entre os espíritas? Porque estaríamos todos olhando numa mesma direção: o ecumenismo.




(*) Texto extraído do livro Aprimoramento Espírita (pág. 249), de Alkíndar de Oliveira, Editora Truffa

terça-feira, 24 de junho de 2008

Filme Histórico fala da vida de Divaldo Franco


É nesta sexta-feira agora, 27/06/2008, que a Federação Espírita Brasileira ira lançar ao público este mais novo DVD que ira mostrar para todos a vida e a obra de Divaldo Franco, quem sabe alguns que combatem o Divaldo não iram se dobrar ao trabalho por ele realizado na seara de Jesus.
Pois fora o próprio Mestre que disse "Conheçeras a árvore pelos frutos que ela dá" quanto ao homem divaldo esse pode ter os mesmos defeitos que todos nós temos.
Veja o conteudo desse novo lançamento:
DVD Divaldo Franco - Humanista e Médium Espírita, documentário de longa-metragem em caixa especial com 2 DVDs, que traz também mais de três horas de vídeos extras e legendas em quatro idiomas: inglês, francês, espanhol e português. Com direção do pesquisador Oceano Vieira de Melo e narração do ator Ednei Giovenazzi, a produção foi filmada em grandes cidades do mundo, como Nova York, Paris, Lyon, São Paulo, Viena entre outras. Conheça a trajetória de vida do grande humanista do nosso tempo e um dos maiores médiuns e palestrantes do século XX, incluindo o surgimento de sua mediunidade, sua primeira palestra nos anos 40, a família, o amigo Nilson de Souza Pereira, a Mansão do Caminho, a Benfeitora Espiritual Joanna de Ângelis, os primeiros filhos adotados, as viagens ao Brasil e exterior para proferir palestras e divulgar seus livros para angariar fundos para as obras sociais, as condecorações recebidas como Doutor em Humanidades e os diplomas de cidadão em mais de 100 cidades brasileiras e estrangeiras.
Olha divulgue esse DVD, pois o trabalho de Jesus tem de ser conhecido por todos.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Falando ao Coração

Tema: Falando ao Coração
Expositora: Júlia San Martin Boaventura

Nesta palestra, Júlia San Martin Boaventura, nos emociona com o tema Falando ao Coração. Envolvendo a todos com lindas mensagens de reflexão a respeito dos momentos de Jesus aqui na Terra. Recordando sua passagem quando trouxe esperança e amor a todos.
Quando sua voz enchia a tantos corações daquelas pessoas com o pão da vida, com as Bem-aventuranças e com a grande riqueza espiritual da oração Dominical, O Pai nosso.
Analisa de forma rica e emocionante a oração do Pai Nosso, nos lembrando a necessidade de sentir o que Jesus veio trazer nesta oração.

Nos fala de Deus como Pai, um pai que ama a todos do mesmo jeito, que não nos deixa sozinho e um pai que é nosso. E que a prece é um diálogo direto com Deus.

Assista aqui o Vídeo


segunda-feira, 24 de março de 2008

Site promove o espiritismo

RECEBI DE UMA AMIGA:
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Aos companheiros de Ideal Espírita, trago uma boa dica.

Há pouco tempo conheci um site muito bom que vende livros, cd´s e dvd´s de palestras espíritas. Eles entregam em casa e tem um acervo enorme.

Estava procurando para ajudar num estudo e acabei encontrando, o bom é que além de me ajudar eu posso assistir as palestras em dvd quantas vezes quiser e ainda pude mostrar para minha família que não costuma ir comigo ao centro.

Estou divulgando porque acho que devemos sim publicar as coisas boas que existem no mundo. Sigo a recomendação do evangelho que alertra sobre o bem que é tímido. Então tento passar adiante as coisas boas que existem.

Bem o site é www.conhecimentoespirita.com.br
Você faz o pedido no próprio site e tem várias formas para pagar. A minha entrega foi bem rápida. E quando ligo pra lá eles dão a maior atenção.

Espero ter sido útil a todos.

Fiquem com Deus e que Jesus ilumine a todos os corações.

Sua irmã menor Neide.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Porque Estudar o Espiritismo

Nesta palestra proferida na Casa do Caminho Pindamonhangaba http://www.casadocaminhopinda.org.br/

Francisco Carlos Cavalcante, apresenta a importância do Estudo metódico e sistematizado da Doutrina Espírita, abordando o tema "Porque Estudar o Espiritismo", relembrando a promessa de Jesus: Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará.

Propõe a renovação de si mesmo pela escolha racional da busca da felicidade individual para obtenção da meta maior: A Coletividade.

Relembrando a proposta oferecida por Joanna de Ângelis (espírito) pela psicografia de Divaldo Franco: O Conhecimento é necessário para motivar a mudança interior, a busca da reforma íntima, a prática do bem, da caridade ao exercício do AMOR.

Só através do estudo poderemos auto-responder as questões: - De onde vim? Onde estou? Para onde vou?


Assiste o vídeo na integra:



http://video.google.com/videoplay?docid=-2165704902382263740&hl=en

quinta-feira, 13 de março de 2008

O ESPÍRITA COMEMORA A PÁSCOA ?

Recebi esse e-mail da Amiga Rudy Mara, concordei em parte e envia a alguns amigos a minha opinião e pedi a eles que assim também se colocassem, veja a seqüência que segue, aguardando como sempre sua participação:

De: Rudy Mara
Enviada em: segunda-feira, 10 de março de 2008 19:34
O ESPÍRITA COMEMORA A PÁSCOA ?

Páscoa é uma palavra hebraica que significa "libertação". Com o êxodo, a Páscoa hebraica será a lembrança perpétua da libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, através de Moisés.

Assumida pelos cristãos, a Páscoa Cristã será a lembrança permanente de que Deus libera seu povo de seus "pecados" (erros), através de Jesus Cristo, novo cordeiro pascal.

O ritual da Páscoa mantém viva a memória da libertação, ao longo de todas as gerações.

"Cristo é a nossa Páscoa (libertação), pois Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo"

- (João, 1:29).

João usou o termo Cordeiro, porque usava-se na época de Moisés, sacrificar um cordeiro para agradar á Deus. Portanto, dá-se a idéia de que, Deus sacrificou Jesus para nos libertar dos pecados. Mas para nos libertarmos dos "pecados", ou seja, dos erros, devemos estar dispostos a contribuir, utilizando os ensinamentos do Cristo como nosso guia. Porque Jesus não morreu para nos salvar; Jesus viveu para nos mostrar o caminho da salvação.

Esta palavra "salvação", segundo Emmanuel, vale por "reparação", "restauração", "refazimento".

Portanto, "salvação" não é ganhar o reino dos céus; não é o encontro com o paraíso após a morte; salvação é "libertação" de compromisso; é regularização de débitos. E, fora da prática do amor (caridade) de uns pelos outros, não seremos salvos das complicações criados por nós mesmos, através de brigas, violência, exploração, desequilíbrios, frustrações e muitos outros problemas que fazem a nossa infelicidade.

Portanto, aproveitemos mais esta data, para revermos os pedidos do Cristo, para "renovarmos" nossas atitudes. Como disse Celso Martins, no livro "Em busca do homem novo" : "Que surja o homem NOVO a partir do homem VELHO. Que do homem velho, coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação às leis Morais, possa surgir, para ventura de todos nós, o homem novo, gerado sob o influxo revitalizante das palavras e dos exemplos de Jesus Cristo, o grande esquecido por muitos de nós, que se agitam na presente sociedade tecnológica, na atual civilização dita e havida como cristã.

Que este homem novo seja um soldado da Paz neste mundo em guerras. Um lavrador do Bem neste planeta de indiferença e insensibilidade. Um paladino da Justiça neste orbe de injustiças sociais e de tiranias econômicas, políticas e/ou militares. Um defensor da Verdade num plano onde imperam a mentira e o preconceito tantas e tantas vezes em conluios sinistros com as superstições, as crendices e o fanatismo irracional.

Que este homem novo, anseio de todos nós, seja um operário da Caridade, como entendia Jesus: Benevolência para com todos, perdão das ofensas, indulgência para com as imperfeições alheias."

Por isso, nós Espíritas, podemos dizer que, comemoramos a páscoa todos os dias. A busca desta "libertação" e/ou "renovação" é diário, e não somente no dia e mês pré determinado. Queremos nos livrar deste homem velho. Mas respeitamos a cultura e os costumes dos povos em geral, que ainda necessita de rituais. Que ainda dá maior importância para o coelhinho, o chocolate, o bacalhau, etc., do que renovar-se. Que acha desrespeito comer carne vermelha no dia em que o Cristo é lembrado na cruz. Sem se dar conta que o desrespeito está em esquecer-se Dele, nos outros 364 dias do ano, quando odiamos, não perdoamos, lesamos o corpo físico com bebidas alcoólicas, cigarro, comidas em excesso, drogas, sexo desregrado, enganamos o próximo, maltratamos o animal, a natureza, quando abortamos, etc. Aliás, fazemos na páscoa o que fazemos no Natal. Duas datas para reflexão. Mas que confundimos, infelizmente, com presentes, festas, comidas, etc.

Portanto, quando uma instituição espírita se propõe a distribuir ovos de páscoa aos carentes não significa que esteja comemorando esse dia, apenas está cumprindo o preceito de caridade, distribuindo um pouco de alegria aos necessitados.



De: CAVALCANTE Francisco
Enviada em: terça-feira, 11 de março de 2008 09:26
Para: AMIGOS

Tudo ia muito bem até o último parágrafo, deste e-mail ai em baixo que eu recebi....

Esse é o grande mal inserido sutilmente dentro da Doutrina Espírita, os "responsáveis pelo trabalho", adaptão seu ponto de vista pessoal a ações e realizações que absolutamente nada tem a ver com a Doutrina ou os seus ensinamentos, perpetuando erros, equívocos mantendo mentes submissas, quando deveria liberta-las...
Escrevi para você, pois eu gostaria muito de saber sua opinião?
Sds
Francisco

De: AMIGA (não tenho autorização para por o nome)
Enviada em: terça-feira, 11 de março de 2008 11:33

Francisco, Bom Dia!

Interessante o texto, bastante esclarecedor, já que por vezes deixamos que as coisas aconteçam e nem nos damos conta.

A qual parágrafo você se refere? O da distribuição dos ovos de chocolate?
Acharia oportuno que o texto venha assinado pelo autor, por exemplo, não consegui identificar a quem pertence a autoria.

Abraços,



De: AMIGO (não tenho autorização para por o nome)
Enviada em: terça-feira, 11 de março de 2008 15:02


Olá Francisco


Muito interessante o texto que você mandou. Mais uma oportunidade de reflexão para nós, que é sempre bem vinda.


Na minha humilde opinião, nada contra distribuir ovos de páscoa, mas convenhamos sua desnecessidade, principalmente se vinculada a questões religiosas.


Acho que o autor se referia ao pensamento de que se nosso filhos comem ovos de páscoa, por que os filhos de assistidos não poderiam comer também. Fazer aos outros o que gostaríamos que nos fizessem é caridade. Mas esse ato não significa que o Centro assuma tal compromisso, pois não é sua função satisfazer desejos, e sim libertar consciências.


Além do mais, ovo de páscoa é gostoso mas NÃO É NUTRITIVO.


Um abraço.

De: AMIGA (não tenho autorização para por o nome)
Enviada em: terça-feira, 11 de março de 2008 15:20



Olá, Francisco,

Concordo plenamente com você quando diz que tudo ía bem até o último parágrafo desse texto.
Creio que essa pessoa que está divulgando tal idéia deva ser alertada para o absurdo do que está dizendo. A impressão que dá, é que ela não entendeu muito bem o que o Espiritismo diz a respeito de caridade.

Talvez eu não esteja sendo nem um pouco caridosa em minha avaliação, mas creio que nós, espíritas, devêssemos estudar bem mais para não deturparmos uma doutrina tão encantadora quanto esta que nos foi legada.


Creio que temas como: Páscoa, Semana Santa, Natal, Ano Novo deveriam ser objeto de estudos nas Casas Espíritas para que, pelo menos, começássemos a vencer determinados costumes arraigados, quiçá de outras encarnações.

Vemos eventos espíritas deixando de acontecer porque há no calendário uma comemoração católica, entramos numa Casa Espírita e vemos o ambiente enfeitado com anjos pendurados ou luminosas e coloridas árvores de Natal, nos desdobramos para conseguir presentes de Natal para os "assistidos", perpetuando a idéia de que Natal é presente. Enfim, esse e-mail que você recebeu é, na verdade, a tradução do pensamento de muitos Espíritas. pode acreditar!


Lamento muito!

Um grande abraço!


De: Rul Fança
Eviada em: quarta-feira, 12 de março de 2008 18:10



Olá Francisco!

Quanto ao e-mail sobre a páscoa... eu não sei. Ignoro se Kardec escreveu algo sobre essas datas com significados religiosos, e qual a postura da Doutrina perante isso, mas tenho pouca sabedoria para opinar se está errado tomarmos parte nelas ou não. O que tenho de opinião consolidada é que a boa educação das crianças é o que vai mudar o nosso mundo. Esses espíritos que retornam à Crosta, se desde cedo receberem valores morais, serão adultos muito melhores. Não que pessoas já formadas não possam mudar, mas isso leva muito tempo, e nos custa uma intensa luta interior para vencer velhos conceitos...


Existem vários enganos que são cometidos, em se tratando de Doutrina Espírita. Conceitos errados, distorcidos...

É certo que a partir do momento que o amor seja o guia de nossas vidas, as mentiras não serão mais necessárias... e como todo peso morto, sucumbirão à força do progresso. Mas imagino que não aprendemos a amar automaticamente só por conhecermos a verdade...

E acreditando nisso acho que a importância maior repousa na necessidade de vivermos o Evangelho... pois quanto aos pequenos erros, o tempo se encarregará de apagá-los...

Agora, em determinado momento, é fundamental que ajamos. Achei brilhante a sua iniciativa de questionar o editor do Jornal O Espírita quanto aos porquês de publicar a matéria do boicote ao congresso porto-riquenho. Um órgão de mídia espírita não pode fomentar a rivalidade de um jeito tão irresponsável como fez, e se você não interviesse, provavelmente este erro poderia se repetir.

Abraços

Raul


De: Eliane C Cavalcante
Enviada em: quinta-feira, 13 de março de 2008 11:21


Gostei muito do texto "O ESPÍRITA COMEMORA A PÁSCOA ?", traz uma visão muito mais rica e profunda do que apenas como um feriado de comer ovos de páscoa, ao contrário, oferece oportunidade de reflexão para a nossa libertação. O que no momento em que vivemos é muitíssimo importante para todos nós. Afinal, até quando iremos nos iludir com esses presentes, ovos, ... se o maior propósito é a nossa renovação.


Porém, cabe a nós que estamos ciente do objetivo da nossa reencarnação, não continuarmos estacionados, iludidos e sim mudarmos nossas atitudes com metas ao esclarecimento e ao conhecimento. A nova era já está aí e já perdemos muito tempo, temos que mudar nosso modo de ver e buscarmos realmente o que é útil na nossa jornada evolutiva.


Não acho correto alimentarmos esta idéia de ovos quando o maior e mais importante é a consciência de que temos que nos transformamos logo no Homem Novo. Deixemos essa prática para os lares e não na Casa Espírita que tem seu importante papel de esclarecer e não de alimentar o indivíduo a permanecer estacionado.


Não percamos mais tempo, vamos todos em busca da renovação, vamos mudar essa cultura que nos faz demorar tanto nesse estágio de ilusões. Essa meta não se pode perder, principalmente numa Casa Espírita.


Abraços


Eliane



De: Marilda
Enviada em: terça-feira, 25 de março de 2008 22:10
Assunto: Re: O ESPÍRITA COMEMORA APÁSCOA ?

Francisco, desculpe pela demora na resposta.
Meu computador estava pifado(a fonte queimou) e aos poucos estou colocando a correspondência em dia.

Não é a minha opinião, é a opinião da Doutrina Espírita. Realmente o espírita não comemora a páscoa.

A Instituição espírita não deve fazê-lo. Nós fazemos particurlamente por causa da família que aproveita esta data para comer chocolate.

Um abraço, Marilda



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